Por cá di quê não vem me ver? Sua presença é o nosso prazer Quem te conhece não esquece jamais 300 anos, sou Minas Gerais Fé, liberdade mesmo que tardia Nasce no rosário em poesia A esperança de um povo batalhador Brilhou em nossas belas serras a cobiça Aguçando forasteiros e sertanistas Democracia com luta e dor Uai um dedo de prosa do índio, branco e negão Mistura nossa essência que hoje traduz nosso chão Minas, gente hospitaleira pro cês União Rio Minas faz seu carnaval em mineirês Bota uma cachaça aí Café quentin e pão de queijo Do barroco vou descobrir Namoradeira, qual o seu desejo? Muié bota lenha no fogão Culinária que trem bom A nossa gastronomia Muito mais belezas naturais, riquezas minerais Que perduram hoje em dia Inconfidente mineiro Nossa história tem raiz e tradição Vai comendo bem quietinho Nosso maior tesouro é o povo deste chão