Por trás de um olhar frio Se esconde um coração vazio Igualdade é uma mentira Ilusão algo criado Pois o mais forte sempre domina o mais fraco Seres humanos Se escondem atrás da suas máscaras São como um peão Frívolo Até chegarem do outro lado do tabuleiro Como num jogo de xadrez Cada peça, se movendo em pro do rei São só ferramentas para a minha vitória Não importa o que eu precise fazer Nem que uma peça eu sacrifique Se no fim eu lhe der o xeque-mate Pessoas eficientes não nascem Elas precisam ser criadas Ouçam minhas palavras O que é o mal? O mal vem da fraqueza Toda vez, que um humano fraqueja São capazes de se automanipular Viram engrenagens na mão do sistema As pessoas julgam as outras pelas aparência Fulano é forte, o beltrano não é nada E depois, julgam pelas ações Acostumadas a julgar o livro pela capa Como num jogo de xadrez Cada peça se movendo em pro do rei São só ferramentas para a minha vitória Não importa o que eu precise fazer Nem que uma peça eu sacrifique Se no fim o eu lhe der o xeque-mate Nunca pensei em nenhum de vocês como um aliado qualquer Todos não passam de ferramentas pra mim Para que eu seja o único de pé no fim Eles se acham mais espertos que eu Não Sei se percebeu Cada caminho que o peão trilhou, foi o rei que escolheu Como num jogo de xadrez Cada peça, se movendo em pro do rei São só ferramentas para a minha vitória Não importa o que eu precise fazer Nem que uma peça eu sacrifique Se no fim eu lhe der o xeque-mate