Mais uma jornada, uma trilha sem fim Fantasmas aprisionados em sarcófagos no meu jardim Batalhas sangrentas, almas da escuridão A estamina se esgotando Vejo sangue escorrendo em minhas mãos Martírio, a dor Eu estou cansado de lutar Renuncie o seu medo Suas conquistas só dependem de você Restitua sua força Não deixe nada te abater Adiante ver, tudo que eu procurei Em repouso está disposto ao grande altar O cálice sagrado finalmente em minhas mãos Consumo o elixir em troca da condição O poder em minhas veias é o mal Nuvens se fecham pr’o destino final A lua testemunha a decisão O feito necessário para a salvação Renuncie o seu medo Suas conquistas só dependem de você Restitua sua força Não deixe nada te abater Absorvendo o paládio para si Você agora se torna o templo do próprio mal Faço de você meu servo Sem mais harmonia com o mundo da paz