There is a place beyond the dreamworlds, Past the womb of night, Lying in wait beyond the barriers of light, Shunned by the living, cursed by the dead Here's no peace, here's no peace None within, none without Skinned bare by daggers that never doubt Timeless in wisdom, unbound in might, Holy Evil! By trembling hands concealed, Yet by fearless ones revealed There the blood of Abel impregnates the soil, In which hungry darkness dwells and serpents coil, So that plants may rise to bear the strangest fruit, For all of ye that hunger Higher! Higher! Come on you sons of fire! Daughters of the black moon, Practitioners of art most dire Dance! Dance! In twisting, white-eyed trance, Let us praise the flowering darkness Brush forth across the land of Nod ye wicked ones, Ye who wear the mark and hold the keys, Come now, let us worship, At the womb of blasphemies Rivers of blood! Rivers of blood! For the black earth's quenchless thirst, The offering must never cease, Until the last man has been slain Upon the altar of Mefisto Higher! Higher!Let's set the night on fire! Black moon bear witness to our rite, Beneath the devil's pyre Unchain, Set free, the flames of the Adversary! Scorch the earth and devour all, That sifted from the ashes be Hail! Hail! Thou who makes the cosmos wail! In anguish as we fuck the world, And sodomize the god that failed Cain! Cain! By thy blade let all god's men be slain! Harvest now the fruits of death and set the night aflame! Again! Fire! Gather! Gather! Raise the flames for so long scattered! For aeons cursed, yet proud we stood, Our liberation all that mattered It's time! It is time! The bells of Armageddon chime! Rejoice ye now, oh hungry ones, Harvest time has come... Há um lugar além dos mundos de sonho, Passado o ventre da noite, À espreita para além das barreiras de luz, Evitado pelos vivos, amaldiçoado pelos mortos Aqui não há paz, aqui não há paz Nenhum dentro, nenhum fora Pele nua por punhais que nunca hesitam Eterno em sabedoria, não ligado em força Santo Mal! Por mãos trêmulas escondido, No entanto, por mais destemidos revelado Lá, o sangue de Abel impregna o solo, Na escuridão que habita e com fome serpentes enrolam, Para que as plantas possam crescer para suportar a estranha fruta, Para todos vós que tem fome. Mais alto! Mais alto! Vamos lá, vocês filhos do fogo! Filhas da lua negra, Os praticantes da arte mais terrível! Dançem! Dançem! Na torção, transe de olhos brancos, Louvemos a escuridão florescendo Pincele de um lado para outro na terra de Nod vós os perversos, Vós que usam a marca e seguram as chaves, Venha agora, adoremos, No ventre de blasfêmias Rios de sangue! Rios de sangue! Para a sede insaciável da terra preta, A oferta nunca deve cessar, Até o último homem ser morto Sobre o altar de Mefisto Mais alto! Mais alto! Vamos colocar fogo na noite! Lua Negra testemunha de nosso rito, Sob a pira do diabo Desacorrente, liberte , as chamas do adversário! Queimem a terra e devorem tudo, Que peneirado das cinzas sejam Hail! Hail! Tu que faz o cosmos lamentar-se! Em angústia enquanto nós fodemos o mundo, E sodomizamos o deus que falhou Caim! Caim! Por tua lâmina deixe todos os homens de deus serem mortos! Colham agora os frutos da morte e coloquem a noite em chamas! Mais uma vez! Fogo! Reúna! Reúna! Levantem as chamas espalhadas por tanto tempo! Por eras amaldiçoados, mas ficamos orgulhosos, Nossa libertação tudo o que importava Está na hora! É tempo! Os sinos do Armageddon badalam! Regozijai-vos agora, oh os famintos, O tempo da colheita chegou ...