Recendendo aroma e graça A aurora, sorrindo, passa Vem do banho matinal E, compondo os véus doirados Torce os cabelos molhados Nas clareiras do pinhal Tocam-se os ramos De ouro e rubis O pinhal canta Moço, feliz Manhã clara: Sol no oriente O lenhador diligente Ouve-se ao longe a cantar E os pinheiros mais antigos Curvam-se para os amigos Num dolente ramalhar O pinhal geme Geme de dor Ante o machado Do lenhador