"Tempo bão, não volta mais Saudades de outros tempos iguais (Aiaiaiaiai) Tempo bão, não volta mais Saudades de outros tempos iguais (Tô invocado hoje, legal Lá vai paulada na muleira)" Vamos parar com esse negócio muito chato De ficar me chamando de Lilico Toda vez que eu tiro a roupa Apontando pro meu pinto É que eu volto ao passado, meu véio Quando na cama você era demais Aquele é que era um tempo bão Tempo bão, que não volta nunca mais A gente transava no chuveiro, lembra? No chão, na mesa e no sofá No banco do carro e no mato Era amor pra nunca mais acabar Hoje em dia ele tá tão caidinho, viu Nem com azulzinho ele vai Balança de um lado pro outro Balança, balança, balança Balança, balança mas não cai Balança, balança mas não cai Balança, balança mas não cai Balança, balança mas não cai - vai! A gente transava no chuveiro, lembra? (não) No chão, na mesa e no sofá No banco do carro e no mato Era amor pra nunca mais acabar Hoje em dia ele tá tão caidinho Nem com azulzinho ele vai Balança de um lado pro outro Balança, balança, balança Balança, balança mas não cai Balança, balança mas não cai Balança, balança mas não cai Balança, balança mas não cai Balança, balança mas não cai! (hein?) Balança, balança mas não cai (é bonito isso!) Balança, balança mas não cai (vem pra cá com esse negócio) Balança, balança mas não cai (não sabe brincar não brinca) Balança, balança mas não cai (vem me chamar de Lilico!) Balança, balança mas não cai (ó Lilico, Lilico é a p) Balança, balança mas não cai (é) Balança, balança mas não cai (balança) Balança, balança mas não cai (balançando)