Amanhãs que cantam, sementes que germinam Aos operários que não temeram cruzar os braços Quando uma Sorbonne era ocupada Sejam realistas, exijam o impossível Na cidade das luzes, a beleza tá na rua O imbecil olha o dedo, quando o dedo mostra a Lua Assaltaram aos céus, combateram os patrões Lutaram por aqueles que sofriam aos milhões Numa França onde as pedras Eram cédulas de votação Amanhãs que cantam, sementes que germinam Aos operários que não temeram cruzar os braços Quando uma Sorbonne era ocupada Sejam realistas, exijam o impossível Barricadas fecham ruas, mas mostram o caminho No dia 10 de Maio não se podia estar sozinho As paredes tem ouvidos, seus ouvidos tem paredes Operários demitidos quando olhamos as Mercedes Numa Paris onde o jovem Corre de fuzil