That little mountain raises (silently) While other dissolve into a plain Time redefines itself (irrationally) And falls in sadness grain by grain "Time heals all the wounds" The two tongued echo seems to say But nothing, nothing changes Still pain remains, won't pass away I went weak, as I grew old And time itself has made me slow And as I close my hand in darkness A thousand seasons come and go Mighty enought to cover all And also cruel enough to reveal But the wounds and scars I carry Neither force nor kiss can heal... No, time heals nothing, nothing, nothing Spitefully turns away and laughts Leaves you half-broken and defiance Is only added another scar Call it blind how I am writhing Counting hours, centuries The pain it grows and glows in tides Unable to vanish, unwilling to cease No, time heals nothing, nothing, nothing Pushes 'till we're diping into different flesh Time heals nothing, nothing, nothing Just a polarity of inner flames Time's finger claw, I'm losing hold There is no hope for me on earth Time either still or maybe rushing In any case it will turn out worse Time is fleeting, time stands still It stops for no one, and we're trapped within Thought I may dream of the light I am falling back into the left-hand side How I wish that I was dead And rest in final peace But even the luxury of death Can't cure the wounds time cannot heal Aquela pequena montanha cresce (silenciosamente) Ao passo que outra se dissolve em planície O tempo redefine-se (irracionalmente) E cai melancolicamente de grão em grão “O tempo cura todas as feridas” O eco de duas línguas parece dizer Mas nada, nada muda Os resquícios da dor permanecem, não desaparecem Eu fiquei fraco, à medida que envelheci O tempo foi me tornando lento Enquanto eu fecho minhas mãos na escuridão Passam mil estações Poderosas o suficiente para cobrir tudo E cruel o suficiente para revelar As feridas e cicatrizes que eu carrego Nem força ou beijos podem curá-las Não, o tempo não cura nada, coisa nenhuma Ele se afasta com malevolência, gargalhando deixando-o partido ao meio e em desafio Adicionando outra cicatriz Chame-o secretamente enquanto eu me contorço Contando horas, séculos A dor cresce e arde em torrentes Incapaz de desaparecer, relutante em cessar Não, o tempo não cura coisa alguma, nada, nada Empurra até estarmos imersos em corpos distintos O tempo não cura nada, coisa alguma, nada Apenas aumenta as chamas internas O tempo crava suas garras, estou perdendo as forças Não há esperança para mim na terra Talvez o tempo continue lento ou passe rapidamente Em qualquer caso, ele fará pior O tempo é breve, o tempo permanece parado Não para por ninguém, e estamos presos nele Pensei que eu poderia sonhar com a luz Eu estou caindo novamente nas trevas Como eu queria que eu estivesse morto E finalmente descansar em paz Mas até mesmo o luxo da morte Não pode curas as feridas que o tempo não curou