Raphael Rossatto

Flemmingrad, o Troll

Raphael Rossatto


Havia um troll, e talvez o maior
Um exemplo de honra
E seu fungo, o melhor!
A história do troll Flemmingrad
Qualquer um daqui saberia contar
Comia com gosto e apetite voraz
O que ele ingeria, ninguém é capaz
Tornou-se o grande Flemmingrad
Um troll que primava por seu bem estar

Rolar era o seu dom
Dom, dom, dom
Amávamos seu dom
Dom

Um dia os humanos surgiram ali
Os trolls pela fresta tentaram fugir
Mas o gigante Flemmingrad
Ficou entalado tentando passar

Um homem com medo a espada empunhou
Naquele fiorde o Flemmy ficou
Perdemos nosso Flemmingrad

E agora a tristeza nos faz recordar

Ele ainda não foi esquecido

Sem Felmmy e sem seu dom
Dom, dom
Rolar era seu dom
Dom, dom

E é por isso que temos essa tradição

Todo Dezembro é nosso dever
Prestar homenagem e agradecer
Esse amigo que só fez doar
O troll conhecido por Flemmingrad

Cavamos bem fundo em todo jardim
Nas suas narinas botamos capim
É a nossa forma de lembrar
Reproduzindo Flemmingrad

Ao fungo que ele fez por nós
Ao Flemmy, o grande troll

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