Disse o Senhor, disse o Senhor, disse o Senhor Disse o Senhor, disse o Senhor, disse o Senhor Disse o Senhor, disse o Senhor, disse o Senhor Se não libertas o meu povo Se não libertas o meu povo Disse o Senhor, disse o Senhor, disse o Senhor Disse o Senhor, disse o Senhor, disse o Senhor Então, por todo o teu Egipto! Eu te mando as pragas E a peste à tua casa, à tua cama À tua água, à tua rua E ao teu leite e ao teu pão E ao teu gado e aos bois E ao rebanho e ao teu campo E ao teu sono e ao teu sonho Até tombares, até cederes! Eu mando as pragas e o clamor Disse o Senhor! [Moisés] Eu chamei-te irmão Antes só queria ver-te rir Era tudo o que eu queria! E eu lanço o trovão do céu Eu mando o fogo chover, já! [Moisés] E mesmo assim Como era bom que não fosse eu O escolhido para vir contra ti Era tudo o que eu queria! Mando do céu vir o granizo Vai cobrir tudo o que vês! [Moisés] Era o meu lar! Tanta dor e sofrimento Que tortura para mim! E são tantos inocentes A sofrer, devido a ti! Os gafanhotos serão tantos Como o mundo nunca viu! E cada planta vão comer Devastam de fio a pavio! Eu mando as pragas e o clamor Disse o Senhor! [Moisés] Eu chamei-te irmão! Porque acreditaste noutro Deus? [Coro] Mantenho as pragas e o clamor! [Moisés] Liberta o meu povo! Disse o Senhor! Disse o Senhor! Disse o Senhor! [Ramsés] Chamei-te eu irmão! Como podes odiar-me assim? É isto o que queres? Eu mando as pragas e o clamor! [Ramsés] Então serei mais duro! E não me interessa O mal que está para vir! Digo, e vou cumprir! Nunca deixarei o teu povo ir! Disse o Senhor! [Moisés] Disse o Senhor! O meu povo ir! [Ramsés] Não vou deixar o teu povo ir!