And I fell from skies of divine... Oh Mother, touch my soul again and free me from this human being for You are nothing but the Truth itself I still remember in the dark night how the silent rain gathered my tears of abandoned emotions I was cast away from the beautiful serenity into a foreign place called life Cold winds danced with my newborn heart I perceived the physical foundation Cosmos, the aimless prison of flesh I was bound to the mocking earth in a world where light casts shadows I screamed of pain, I cried of suffering Please, concealed stars beyond (clouds of grey) feel my grief, sense my longing I wonder, did they ever hear my early despair? Mother Aletheia, save us from this dreadful agony My dear Aletheia, bring us back to delightful silence Homeless and divided, as broken glass and shattered wings I was spread around the dismal ground Into the night of unknown I took my first steps the childhood of my nightmare Yet, as the black rain and cold winds caressed my naked human skin I realized, the mirror reflected a stranger and the world was a stranger to me I was bound to the mocking earth in a world where light casts shadows And I remember when I first saw them, the hylics, the essence of tragedy Fumbling in shadows of the demiurg I was but derided by their presence I wasn't them and their dreams weren't mine The rain brought forth mysterious questions and revealed to me sealed forgotten paths I saw the mournful gates deep inside of me and as I heard the voice of Lucifer I entered the gates in ecstasy Mother Aletheia, save us from this dreadful agony My dear Aletheia, bring us back to delightful silence Oh, Pleroma… E eu caí dos divinos céus Oh Mãe,toque minh'alma novamente E me liberte dessa existência humana, Pois Você não é nada,senão a própria Verdade. Eu ainda me lembro na noite escura Como a chuva silenciosa colheu Minhas lágrimas de emoções abandonadas. Eu fui expulso para longe da bela serenidade Para dentro de um lugar estranho chamado vida. Gélidos ventos dançaram com meu coração recém-nascido, Eu percebi o alicerce fisico. Cosmo,a prisão carnal sem objetivos. Eu fui preso ao escárnio terrestre Em um mundo onde a luz expulsa as sombras. Eu gritei de dor,eu chorei de sofrimento Por favor,estrelas ocultas do além(nuvens cinzentas) Sintam meu pesar, sintam minha ânsia, Eu indago, Eles já ouviram meu desespero inicial? Mãe Aletheia Salve-nos dessa pavorosa agonia, Minha querida Aletheia Traga-nos devolta ao encantador silêncio Sem lar e dividido, Como vidro partido e asas aniquiliadas, Eu fui alastrado ao sombrio solo, Na noite do desconhecido dei meus primeiros passos, A infancia de meu pesadelo. Ainda,enquanto a negra chuva e os frios ventos Acariciaram minha nua pele humana, Eu percebi;os espelho refletia um estranho E o mundo era um estranho para mim, Eu fui preso ao escárnio terrestre Em um mundo onde a luz expulsa as sombras. E eu me lembro da primeira vez que os vi, Os Hílicos, a essência da tragédia, Hesitando nas sombras do demiurgo, Zombaram de mim na presença deles, Eu não era eles e os sonhos deles não eram meus, A chuva trouxe adiante questões misteriosas E revelaram para mim esquecidos caminhos selados. Eu vi os portais pesarosos dentro de mim, E enquanto ouvia voz de Lucifer Eu adentrei os portais em êxtase Mãe Aletheia Salve-nos dessa pavorosa agonia, Minha querida Aletheia Traga-nos devolta ao encantador silêncio Oh,Pleroma...