Once there were trees full of birds Meadowlands vibrant with flowers Carefree the songs our children once sang Gilding our minutes and hours Clouds came and covered the Sun The breath of the baleful unease Turning to ashes flowers in their fields Silenced the birds in their trees Hidden so deep in veils of deceit Imprisoned in twisting spells Are we the plaything of fiends, or merely the dreams That we're telling ourselves, telling ourselves? Strive till the phantoms are broken Fight till the battle is done The squadrons of night Can't conquer the day Nor shadows extinguish the Sun Stories of danger, fearless attack Specters of plague and pain All of these ghosts of our own delusions come back And we'll be haunted again, haunted again For tho the storms are over and past Though the thunder's rage is quieted at last Well this nightmare's laid me down in the rags here to mourn Here to mourn The night has left us crippled with grief As we strive to keep alive our belief But a loss so great, it clouds all our hopes for the dawn Hidden so deep in veils of deceit Imprisoned in twisting spells Are we the plaything of fiends, or merely the dreams That we're telling ourselves, telling ourselves? Stories of danger, fearless attack Specters of plague and pain All of these ghosts of our own delusions are back Have we been fighting in vain? Fighting in vain? Uma vez haviam árvores cheias de pássaros Prados vibrantes com flores Despreocupadas as canções que nossas crianças uma vez cantavam Estendendo nossos minutos e horas Nuvens vieram e cobriram o Sol O sopro da nefasta apreensão Tornando em cinzas as flores em seus campos Silenciou os pássaros em suas árvores Escondido tão profundo nos véus da enganação Aprisionado em deformadores feitiços Será que somos o joguete de demônios, ou apenas os sonhos Que contamos a nós mesmos, contamos a nós mesmos? Esforce-se até que os fantasmas desvaneçam Lute até que a batalha termine Os esquadrões de noite Não conseguem conquistar o dia Nem as sombras extinguir o Sol Histórias de perigo, ataques destemidos Espectros de praga e dor Todos esses fantasmas de nossas próprias desilusões voltaram E seremos assombrados mais uma vez, assombrados mais uma vez Mesmo que as tempestades terminem e passem Mesmo que a raiva do trovão é acalmada por fim Bem deste pesadelo me deitei nos trapos aqui para lamentar Aqui para lamentar A noite nos deixou paralisados com pesar Enquanto nos esforçamos para manter viva a nossa crença Mas uma perda tão grande, ofusca todas as nossas esperanças para o amanhecer Escondido tão profundo nos véus da enganação Aprisionado em deformadores feitiços Será que somos o joguete de demônios, ou apenas os sonhos Que contamos a nós mesmos, contamos a nós mesmos? Histórias de perigo, ataques destemidos Espectros de praga e dor Todos esses fantasmas de nossas próprias desilusões voltaram Estivemos lutando em vão? Lutando em vão?