É só ver dando sopa - o arroba Olha pra um lado e pro outro E num sopro ele rouba E tão logo é flagrado De posse do agrado Torce, tosse e retorce Desgraçado Frankestein de mim mesmo, torresmo Olho por entre as telas e as minha moelas Protestam a esmo Eu não tenho receio, proseio Mas é no meio caótico, olham robótico Para o meu seio Ando pelas ruas de neon Mas já são sete da manhã Troco o estrobo pelo estrondo do alarme E quem sabe até tenha o que dizer Ouço o galo a cantar E longe o seu canto acorda Homens e mulheres se levantam E se vestem E se amam E se despem E retornam E apavoram E se encolhem E se dormem E congelam