REFRÃO Tá no ponto de bala, eh, o doce. Tá no ponto de corte, eh, o boi. Tá no ponto de morte, eh, o escravo. Tá no ponto do trem, tá no ponto. Tá no ponto do Maria fumaça, Manhã, tarde e noite, vem e passa. Esse trem é que é a esperança, Para essa gente que nunca se cansa, De arar esse meu sertão... REFRÃO Tá no ponto de bala, eh, o doce. Tá no ponto de corte, eh, o boi. Tá no ponto de morte, eh, o escravo. Tá no ponto do trem, tá no ponto. Tá no ponto, no pingo do "i", Tem escola para se construir. Esse trem traz o livro e o mestre E Jesus leva ao céu nossa prece De sarar esse meu sertão... REFRÃO Tá no ponto de bala, eh, o doce. Tá no ponto de corte, eh, o boi. Tá no ponto de morte, eh, o escravo. Tá no ponto do trem, tá no ponto. É um ponto lá no horizonte, Chorando fumaça no azul... Vai para cidade grande, o concreto, Vai para quem nunca viu de perto, A tristeza do meu sertão... REFRÃO Tá no ponto de bala, eh, o doce. Tá no ponto de corte, eh, o boi. Tá no ponto de morte, eh, o escravo. Tá no ponto do trem, tá no ponto.