Quando o rumo está perdido Sem saber pra onde ir Tudo mais perde o sentido Nada mais por vir Bem nos olhos distantes Daquilo que vem em fontes Escurecem em instantes Limitados horizontes O desejo ainda vivo E o sonho permanece Mas um tanto cansativo Um pouco padece Pra que teimar, insistir Ainda há tempo para mudar É como deixar de existir Como deixar de amar Vai caminhar no escuro, lançado à sorte Sem sentir seguro, sempre contra o vento forte O que pode ser mais duro, ter a vida ou a morte No sentimento mais puro, que nada mais importe Vai dar certo Você é o norte!