Tom: C [Intro] F G7 C Dm G7 C Dm G7 C C7M C O capataz que de vez em quando por patacoada G7 Faz um floreio numa cordeona desafinada Dm G7 O peão troveiro que larga um verso tradicional F G7 C E a cozinheira achando lindo cruza no sal Dm G7 O vô caseiro varrendo o patio baila solito F G7 Fazendo farra pro domador que prende o grito E7 Am Assim a estância palco campeiro segue o ritual F G7 C G7 C G7 C Gente gaúcha, pago fronteiro, arte rural F Dm Artistas de campo, que com o seu canto despretencioso F G7 Amançam o tempo que volta e meia arrastao toso Am D7 A arte do campo não cobra seu preço, mas tem seu valor F G7 C C7 Pra esses que tocam a lida da estância com seu labor [Solo] C E7 F Dm G7 C G7 Dm G7 C C7M C C7M C La do galpão o esquilador vem no compasso G7 E segue afiando a sua tesoura pura de aço Dm G7 O alambrador lavando os ferro bate num balde F G7 C E abre o peito toca que canto que tô de valde Dm G7 O Adão guasqueiro tava pro campo, chegou chiflando F G7 Uma vaneira que de vereda, vem se aprontando E7 Am De vez em quando se risca uns verso e coisa e tal F G7 C G7 C G7 C Rimando as coisas do cotidiano de um peão mensual