Na corredeira d'água na estrada tem Uma erosão de uns cem anos passados Era de todos nós, de todos sóis, de todos Mas a estrada não, mas o ribeirão Tem um coração valente Ele está em toda gente Numa floresta de cor Numa floresta de quem sabe viver Tem uma saudade, felicidade Ainda que não doa Quem desmata esta paisagem Não conhece a vida boa Que vida à toa