Há tempos que afagas a minha alma Que perturbas meu sono E eu devoto de desejo suplico a ti carinho Quero me confortar em teus braços Rolar-me pelas tranças de teu cabelo Provar do gosto suave do teu corpo Quero corromper meu futuro Porque sei que me unindo a ti Estarei perdido Ficarei confuso E assim divagarei entre o certo e o errado Entre o limite o desejo Entre o ódio e a paixão Que fogo é esse Que me apresenta de forma voraz Que me afronta a paz Que me faz incendiar vida Que me faz suplicar por tua atenção Fico a chorar Pois me encontro cada vez mais longe de ti Me ponho a esperar teus beijos e abraços Quando já se apronta para sair Me ponho a esperar o momento que me notarás O momento em que verás que sou de carne Mas por ti cheguei ao osso Há que encontrar em si Um lugar para repousar tuas ausências Saber daquilo que realmente te apetece E chegar a ela