Na igreja de Santo Estêvão Junto ao cruzeiro do adro Houve em tempos guitarradas Não há pincéis que descrevam Aquele soberbo quadro Dessas noites bem passadas Mal que batiam trindades Reunia a fadistagem No adro da santa igreja Fadistas, quantas saudades Da velha camaradagem Que já não há quem a veja Santo Estêvão, padroeiro Desse recanto de Alfama Faz o milagre sagrado Que voltem ao teu cruzeiro Esses fadistas de fama Que sabem cantar o fado