Floresta de gelo Neve de açúcar Quarto infinito, vou me encontrar na Terra de Morfeu e nunca mais voltar Pedaços de céu Partes do luar Lua, Urano, Vênus, Marte, Sol, Plutão Aqui, agora, breve, sempre, nunca mais Quiçá um veneno Furo o fundo do universo E atravesso O sol cai meia noite Vou me derreter ao Céu aberto, curva artificial Dança, sombra, clara gema, gera luz Gira cata-vento, furacão mornal Onça mansa, lança, raio, balançou Balaio de Gato Minha alma transcende A fúria deste corpo Sobrevoa os quatro cantos do planeta Pousa na estrela mãe de todas as nações Nada sobre os monstros das desilusões Mistério do cosmo, fada farejou Fim de festa fez o afago no teu lar Será um veneno? Dança o sol ardente Derretendo o gelo Na floresta mística nos encontramos Corram como quando eram apenas dois No final da tarde, chuva de arroz Andam sobre as águas Catedral do mar Submersa foi com o azul do teu olhar Será um feitiço?