Valeu, valeu sim
Um dia santo, afro, sacro
E o balaio de gato que é essa vida
Acaba querida pela descrença e a demência
Valeu, valeu sim
Um dia santo, afro, sacro
Lobo da estepe sou
Sem calor num quarto
Não sou nenhum escritor
Sou senhor de meia idade
Hoje eu preciso aprender a enfrentar esta calma
Do dia a dia que me incomoda
Enquanto que nos bastidores de minh’alma
A luta termina e faz com que eu viva em outro mundo
Hoje é dia oito
E a oitava tentativa de um dia melhor

Cookie Consent

This website uses cookies or similar technologies, to enhance your browsing experience and provide personalized recommendations. By continuing to use our website, you agree to our Privacy Policy