Saulo Quem era eu Um perseguidor que maltratava o povo Deus Batia sem dó, prendia sem dó, mata sem dó, o povo judeu Eu presenciei a morte de Estevão, sendo apedrejado sem compaixão Matei muitos crentes ao fio da espada, no fogo queimei, vários cristãos Eu já estava bem acostumado com meu estado, e minha posição Quando torturava um crente fiel, para mim não passava de uma diversão Pois a cada dia meu ódio crescia, eu tinha prazer na sangrenta missão O meu desejo era exterminar todos os cristãos Peguei uma carta para ir a Damasco Ajuntei minhas tropas, tomados pela raiva Pensando pelo caminho, quando chegar lá, o primeiro cristão eu vou esmagar Mais foi diferente algo aconteceu Uma forte luz, no caminho apareceu E disse Saulo, porque tu me persegues E o valente perdeu Declaração Então aquele homem prepotente e orgulhoso, caiu e deu com a cara no pó Aquele que antes apreendia batia e matava Agora estava no chão, cego e humilhado Porque assim disse o Senhor; Sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela Mas é mesmo assim, que está acontecendo nos dias atuais Somos perseguidos, somos humilhados, são fatos reais Matam missionários, fazem reféns tentando calar a voz da igreja Mas enquanto este povo estiver de joelhos, o inimigo perde A igreja de joelhos e o inferno perdendo A igreja de joelhos e o mal cedendo A igreja de joelhos Deus dando vitória Ninguém mata, ninguém toca, abafa e nem sufoca A igreja de joelhos e recebendo unção A igreja de joelhos em adoração Tem segredo, tem mistério na vida de quem, vive de joelhos E a vitória é certa