Silenciei pra ouvir, só ouvir O nada em mim, o nada em mim Alguém cantando canção pra mim E no silêncio agudo que se seguiu Silenciei pra ouvir, só ouvir O nada ali, o nada em si Alguém cantando canção pra mim E no silêncio agudo que se seguiu Algo soou tão grave me partiu E partido, perfeito, pretexto do meu sujeito Pretendo lhe provocar Com a música mais pura Que proporciona a cura E os nossos corações faz silenciar Palavra jardim Língua ela Água fonte Amor saudades Imagem sabor Torpor vocal O sim o senão Compartir algo tão belo, que soe musical Ouvir todo o vazio, fruir o próprio existir Sentir, antes do pensar Uma nona sintonia Uma nova sinfonia Uma ode, alegria!