They drown me into absolute black All these silent and friendly bastards Impatient to make me play their game And feel me suffocate with anguish My throat gets dry, lungs collapse My chest explodes Knelt down, I guess my hands are attached Cause I cannot actually feel them My shoulders hurt The electricity burns my nerves Those whom I hear behind I know they do exist Sweat makes me blind Unable to react Only darkness round me Asphyxiated Carnage I hear your coward walk Carnage Is it not what you want? I wait for the first bite, grind and choke To feel the rest of the horde rip my entire skin I wait for the first bite, grind and choke Ignore the end, don't mind the fall Those whom I hear behind In close circles of desire and unknown expectation Excited by blood stench and primal animal fear Archaic excitement of murderous frenzy the warm breath of the best on my neck And movements on both sides My own breath seems closer Plastic film comes back on my face Never wake me up I drown in constant fear Tear me into pieces inside Heinous deceit Nothing is over They do exist Those whom I hear behind Eles me afogam no preto absoluto Todos esses bastardos silenciosos e amigáveis Impacientes para me fazer jogar o seu jogo E sinto-me sufocar com a angústia Minha garganta fica seca, os pulmões colapsam Meu peito explode Fazem-me ajoelhar, eu acho que minhas mãos estão atadas Porque eu não posso realmente senti-las Meus ombros doem A eletricidade queima meus nervos Aqueles a quem eu ouço atrás Eu sei que eles não existem O suor me cega Incapaz de reagir Apenas a escuridão ao meur redor Asfixiado Carnificina Eu ouço sua caminhada covarde Carnificina Não é o que você quer? Aguardo a primeira mordida, moer e sufocar Para sentir o resto da horda rasgar minha pele inteira Aguardo a primeira mordida, moer e sufocar Ignoro o fim, não me importo com a queda Aqueles a quem eu ouço atrás Em círculos próximos de desejo e expectativa desconhecida Excitado pelo cheiro do sangue e do medo animal primitivo A excitação arcaica do frenesi assassino sopra quente no meu pescoço E movimenta-se de ambos os lados Minha própria respiração parece mais próxima O filme de plástico volta ao meu rosto Nunca acordar Eu me afogo no medo constante Rasgue-me por dentro em pedaços Engano hediondo Não há mais nada Eles não existem Aqueles a quem eu ouço atrás