Lá vem Elizabete com as flores Cada uma para os seus amores Serei deles eu algum? Ou não serei um deles eu? Com mãos tão lindas coloridas Com tantas flores margaridas Que me chamam a atenção Eu não sei por quê? Lá vem Elizabete com as flores Cada uma para os seus amores Serei deles eu algum? Ou não serei um deles eu? Sempre ela passa junto a mim Com o mesmo cheiro do jardim E das samambaias do quintal Que se portam como tal Uh, uh, uh Não sei para que tantas flores Terá ela tantos amores? Serei deles eu algum? Ou não serei um deles eu? Flores de noite e de dia Me fazem sair da alegria De vê-la passar sorridente Às vezes nem sempre contente, oh Poderá ir a um funeral Tanta gente que está mal Cravos fazem gente rir Menos quem não pode ouvir Oh, oh, oh Capela tão bem arrumada Copas pra quem não diz nada Pra quem nem se quer plantou Nem se quer o jardim olhou, ah, ah, ah Ceifava as plantas do quintal Isso que era tão mal Cortava os pés de jasmim Tão diferente de mim, ah, ah, ah Lá vem Elizabete calada Tão suave não que dizer nada Olha pra mim sorridente Ah, ah, ah E dá flores para mim E dá flores para mim E dá flores para mim Ah, ah, ah E dá flores para mim Uh, uh, uh, uh Banda fases da Lua