Em meio à escuridão Não há o que corrigir Tudo é calma e tudo é perdão Na unidade que eu zelo em proteger Na expressão do meu olhar Dorme no ventre da noite calada Ouve as folhas no vento Um lençol de sereno E o cheiro doce da flor que ainda vai nascer Quando olho as estrelas É o céu que eu vejo O infinito através Aqui, agora e dentro Sorrindo pra mim Qualquer canto que eu olhe É você que eu vejo Preciosidade, preciosidade