Violão quantas noites enluaradas Despertava minha amada, hoje não desperta mais Violão companheiro de firmeza Que desfaz minha tristeza sem roubar a minha paz Violão hoje eu volto a esta rua E olhando para a lua canto a mesma canção Que em outra serenata Eu cantei pra aquela ingrata que feriu meu coração De madrugada quando a fria brisa passa Cabisbaixo ergo a taça canto meu triste dissabor Que sorte amarga neste mundo abandonado A saudade do passado vai me matando de dor