Estou de volta galera, Mente Insana Um novo codinome, não estou mais em cana Se preparem para mais uma letra cruel Com esse meu estilo, jamais irei ao céu Will Makaveli sai da jogada Mente Insana chega criando polêmica do nada Um novo Slim? Não é pra tanto Mas igual ao Shady, também causo espanto Contos do crime, tenho muito a dizer Amarre minhas mãos, é o melhor para você Sou um criminoso nato, peco só em falar Roubo, assassinato, também gosto de estuprar Owww, sinto que peguei pesado agora Mas não posso parar, ainda não tá na minha hora "Ele é estranho, faz apologia ao crime" Faz parte minha senhora, faça parte desse time Idosos, mulheres, crianças, tanto faz Todos criminosos direto de Alcatraz Sinto que sou o mais malvado desse mundo Culpa do meu pai, sempre me chamou de vagabundo Pobre ou rico, um criminoso sempre serei Implore por clemência, pois eu sou o novo rei Já destruí vários inimigos apenas com umas rimas Por coisas sem valores, algumas coisas mínimas Mas antes de ser o chefe, fui o empregado Matei o meu patrão, furei ele pra todo lado Temo pela minha vida, te confesso, isso é sério Destino de bandido é cadeia ou cemitério Pensando nisso, procurei ajuda espiritual O padre passou a mão na minha perna, isso não é normal Ele educadamente me levou pra um anexo Vai me dar uma benção, que nada, ele quer sexo Pro azar dele, sou mais pervertido, um animal Casamento gay ainda não é oficial Bati na sua cabeça, roubei seu crucifixo Enfiei no rabo dele, criei um ponto fixo Depois de um crime, minha consciência não pesa Pior para você, de nada adianta a sua reza E aí crítica, sua otária, lembra de mim Mente Insana é cruel, decretou seu fim Criminoso Nato, eu repito, de mal a pior Minhas letras são pesadas que nem o martelo do Thor Criminoso Nato, destinado a matar C-R-I-M-E, comece a soletrar Internação é a solução, é o que dizem para mim Todos comemorando, "vamos brindar", Tim Tim Dessa vez me pegaram, estou em um quarto branco Com uma camisa de força, sentado em um banco Começo a delirar, isso não é novidade Conversei com o diabo, ele me ofereceu caridade Em troca disso tudo, ele pediu minha alma Logo fiquei nervoso, perdi minha calma Acordo de repente, era só um pesadelo Em casa assustado, minha mão cheia de cabelo Era de uma vadia, morta na minha cama Me apaixonei por uma puta, droga, ela nem me ama Saio nas ruas de noite, no expresso da madrugada Na caça de uma vítima, como quem não quer nada Crimes vêm e vão, é um ciclo infinito Criminoso Nato, esse é o meu sexto sentido