Sou Zona Sul Sou programado pra morrer Conto nos dedos os que se preocupam Enquanto com os que somem e me culpam Sem procurar saber com o que eles se ocupam Enquanto os meus lutam Alguns sem nem saber pelo que mais O tempo não para, vai ficar de cara quando ver que ficou pra trás Só eu sei o quanto foi difícil levantar, mas tô de pé Só sei que meu caminho eu faço como eu quiser Até melhor dizendo, como o bom Deus permitir Rezo pra não morrer por dentro antes da hora de partir O tempo passa e nada que cê passa consegue impedir Fugir pra não ser decomposto por traças correndo do fim Se é assim copo e cigarro na mão um trago e (porte?) Perto ou longe desse fim Certeza na vida é a morte Fica parado então que o mundo gira Do alto de uma construção bico se atira Polícia que atira e tira a vida de quem não tem nada Mais um corpo fica na calçada Madrugada das almas penadas mas Se vai mais um na caberagem de quem o desconhecia Flagrei que a vida é um passaporte que berra um dia Na caberagem do que desconhecia Flagrei que a vida é um passaporte que berra um dia Ah! Mosca não que o mundo é sinistro Fica esquisito é ver pra crer Vivo pra vencer por mais que seja difícil Resisto pro compromisso prevalecer Ah! Tem cuzão que desacredita Não sei qual que é a fita e também nem quero saber Então me diz quem se habilita Dinheiro que facilita Mas ganhar minha corrida Eu programado pra morrer Ah! Mosca não que o mundo é sinistro Fica esquisito é ver pra crer Vivo pra vencer por mais que seja difícil Resisto pro compromisso prevalecer Ah! Tem cuzão que desacredita Não sei qual que é a fita e também nem quero saber Então me diz quem se habilita Dinheiro que facilita Mas ganhar minha corrida Eu programado pra morrer Programado pra morrer Programado pra morrer Quem vai dizer que não é verdade O mundo louco de pé na maldade O sub mudando inimigo interage Age de forma covarde Abate muitos dos meus que se foram e me pergunto como isso acontece Resposta vem ao ver sua sombra indo embora quando escurece A alma permanece as vezes meio que perdida O cobertor já não aquece o corpo sem vida Mas respiro fundo e a vida segue Sabendo que um dia ela acaba Mantenho o controle, não posso deixar que me leve Mesmo que eu pudesse Eu prefiro traçar meu caminho Pra não me deixar ser levado por rosas Ao ponto de não escapar dos espinhos Nasci sozinho e ainda assim Tenho por quem correr Prossigo na mesma batida Sangue na corrida Sem retroceder Vai chegar o dia de colher Vai buscar o que cê plantou Procurar quem vai correr Não lembrar com quem somou Só a verdade me interessa O amor pelo corre Minha família Minha cruz eu carrego tipo pagador de promessa Inimigo esperando uma brecha Desvio da seta Acerto meu passo Não acerto o caminho do que estão sorrindo Sei bem de distinguir os verdadeiros dos falsos Daqui nada se leva O ouro e a prata já tem dono Da cinzas as cinzas, pó ao pó E se subiu já não tem como Quantos não anteciparam a ida da busca de um trono Os que se foram e levaram minhas noites de sono É, é a lei da selva de concreto Esse mundo é tão sinistro que dizem que é dos espertos Ah! Mosca não que o mundo é sinistro Fica esquisito é ver pra crer Vivo pra vencer por mais que seja difícil Resisto pro compromisso prevalecer Ah! Tem cuzão que desacredita Não sei qual que é a fita e também nem quero saber Então me diz quem se habilita Dinheiro que facilita Mas ganhar minha corrida Eu programado pra morrer Ah! Mosca não que o mundo é sinistro Fica esquisito é ver pra crer Vivo pra vencer por mais que seja difícil Resisto pro compromisso prevalecer Ah! Tem cuzão que desacredita Não sei qual que é a fita e também nem quero saber Então me diz quem se habilita Dinheiro que facilita Mas ganhar minha corrida Eu programado pra morrer