Faça o impossível virtuoso diante da morte Invente memórias que envolvam sua estação O mundo insano agoniza em desventura Paralisado em caos Na face de algo sem espelho Tua força fluir e o tempo não inveja Porém o instante cruel surgirá Esta sombra que escorre e veste Todo ser que tenta sonhar Dormem na memória imagens que o tempo engole Sentimentos fantasmas Flores com perfumes naftalina Quantos abismos existem e oscilam nos porões das lembranças?