A noite singela busca apenas a riqueza universal da beleza A incerteza sagrada de mil fortunas A palavra antes do verso E na fonte nua inebriar o não descoberto Aflito teu desejo me chama Na margem de tua vontade afogada Não reina mais teu abrigo Apenas a solidão como imagem vaga Evocada nunca em vão Perpetuando tua fobia O tormentoso pecado nasce e morre Resta aprender a viver com ele