Assina a sina que eles assassina Vazios sem vida, vírus e vacinas No fim da tinta, borrei todas linha Quantas esquinas já rolou chacina Assumo meus BO As vezes fujo dessa vida O passar dos dias dói Uma roda loka' cansativa Enquanto sofre os menor Na sociedade doentia Falam de um mundo melhor Praticando eugenia E os primo preto (hein) E os da favela que ainda morre todo dia Humanos de preto (hey) Queimam corações, queimam Amazônia Tudo pelo peso do dinheiro (uow) Ou talvez toda essa fúria seja instintiva Os do topo come primeiro Enquanto os do poço morrem em agonia Assina a sina que eles assassina Vazios sem vida, vírus e vacinas No fim da tinta, borrei todas linha Quantas esquinas já rolou chacina Esses relógio sem ponteiro A vida fases sem sentido Os sonhos são vendidos Ou roubados por inteiro Me faz sentir sozinho No mundo um passageiro Não sei se é egoísmo E mudar juro que tento E ainda sonho em subir na plataforma E poder desmascarar os vilões Trazer o que é nosso de volta Como don quixote caçando dragões Minhas letras são minha revolta Me livrei de todas ilusões Ou talvez seja a loucura a porta E eu continuo em grilhões Assina a sina que eles assassina Vazios sem vida, vírus e vacinas No fim da tinta, borrei todas linha Quantas esquinas já rolou chacina Todos sentem a mesma revolta São níveis de percepção Quem é que anda com escolta Quem é que mora em invasão Sempre se repete a história Ciclo não gera evolução Querem as massas pras manobras De uma grande conspiração