Ninguém se importou, ninguém o quis Ninguém o procurou, ninguém quis A promessa da criança de belém Ninguém, ninguém, ninguém o quis Ninguém o aprovou, nem o louvou Ninguém o aplaudiu, só ficou Quando foi ao deserto jejuar e orar Ninguém, ninguém, ninguém o quis Mas que grande multidão, quando o pão multiplicou E hosana todo o povo diz na entrada triunfal Enquanto milagres realizou Todos chamaram-no grandioso então Mas que grande multidão, quando o pão multiplicou E hosana todo o povo diz na entrada triunfal Enquanto milagres realizou Todos chamaram-no grandioso então Mas ninguém se importou, ninguém ficou Todos deixaram-no quando manchou a cruz Com seu sangue dado para ao mundo vil Ninguém, ninguém, mas ninguém o quis