Cadê o doce desse rio cadê Cadê a vida que corria nele Se foi com o absurdo do homem Se foi com toda indiferença dele Cadê o doce desse rio cadê Cadê a vida que corria nele Se foi com o absurdo do homem Se foi com toda indiferença dele Cadê o doce desse rio cadê Cadê a vida que corria nele Se foi com o absurdo do homem Se foi com toda indiferença dele Cadê o doce desse rio cadê Cadê a vida que corria nele Se foi com o absurdo do homem Se foi com toda indiferença dele Passarinho caiu do ninho Caiu na terra do homem Olhos fechados não entendeu Que ainda não sabia voar Avise a quem puder Que esse filho desconhece Dos perigos dos predadores Que estão a observar O homem se comoveu Passarinho tentou salvar Recolocou no seu ninho Lá onde deveria ficar Mesmo sem entender Porque é que o bixo homem Passarinho salvou e cuidou Ele aprendeu a voar Cadê o doce desse rio cadê Cadê a vida que corria nele Se foi com o absurdo do homem Se foi com toda indiferença dele Cadê o doce desse rio cadê Cadê a vida que corria nele Se foi com o absurdo do homem Se foi com toda indiferença dele Que as águas do rio doce Levem a nossa ambição Que os nossos rios levem o sangue, o ódio E ensinem a humanidade A desaguar no amar A desaguar no amar A desaguar no amar A desaguar no amar Cadê o doce desse rio cadê (a desaguar no amar) Cadê a vida que corria nele (a desaguar no amar) Se foi com o absurdo do homem (a desaguar no amar) Se foi com toda indiferença dele