É nó na madeira, é de arrepiar Hoje a poesia se espalha no ar O clube do samba não é brincadeira Cubango faz festa versando Nogueira Clareou! É centenário resplandece a alegria O rufar do seu tambor Resistiu a dor do dia a dia E fez história pela sua inspiração Fruto do poder da criação Defensor de tantos ideais Vem dos nossos ancestrais Essa miscigenação Seja lá no morro ou no asfalto O meu samba fala alto Ecoa a voz que sai do coração Esse mar é meu mineira Guerreira vou benzer meu patuá Canta sabiá, canta sabiá Maria Rita por onde andará Amores, dissabores, madrugadas Pelos bares e calçadas Prisioneiro da paixão Carrego com orgulho cada manto Rubro-negro, azul e branco A águia da Portela é emoção! Siga em frente vá na paz de Deus O conselho que o velho deu Se meu pai foi meu espelho Quero ser para o meu filho espelho seu