A noite fria esclarece e aquece a mente do ser E o que não me faz viver faz lembrar de sobreviver E se arraigar no mel para não afundar no fel, rrapel A vida é um julgamento onde o inocente vira réu Véu na visão dá mão de obra Esforço dobra, e o rosto chora, assola o corpo Aqui poucos tem muito e muitos tem pouco E o louco se desloca seguindo na contra-mão Mas se regressa se fecha por não aguentar a colisão Babylon vaga em seu coração e quer te leva para rua com sugestões Hedonista fazendo seguir a lua E quem atua habita no inferno, mas se habitua à clima inverno Tira a essência do trono, e te faz mordomo do demônio interno Se enfrente, tente ser luz em pleno o anoitecer Controle os seus atos antes que seus atos controle você Prossigo atento à todas as propostas imposta Contemplo um templo que à todo tempo coloca nota na frente da porta estreita E me rejeita, mas o juízo virá quem está disposto à amar o poder Tem que ter o poder de amar Sem simpatia pra empatia que aqui ambição faz a sua função Altruísmo e o pedinte sobrevive no mesmo chão E a fome ganha fama mas a ganância tem se mantido Todos querem ser ouvido mas não querem ter ouvido E nisso e ativa o lado negativo da sua consciência E a tendência é apenas a consequência dessa desavença A arma arma uma armadilha, e mais um filho jaz Abala o coração dos pais ou a bala é o coração dos pais A esperança toma distância anuvia os sonhos de infância A ilusão e a ignorância te puxa para mesma dança Dá ânsia ouvir que prejuízo é agir por alguém Fazem muito bem o mau, fazem muito mal o bem Eu penso e logo me intrometo, ofereço voz e mão, a consciência É ferramenta de uma grande construção O teto vai ao chão se o chão não estiver conexo Me preservo, meu inimigo é meu reflexo O teto vai ao chão se o chão não estiver conexo Me persigo, meu inimigo é meu reflexo Por isso é tempo de reconstrução rumo à evolução Pois reconheço que a oscilação impulsiona ao alvo