Eu nem quero nem saber, cê vai comer o brócolis Responsabilidade é uma metrópole Que te fez um megalomaníaco Tá no comprimido do hipocondríaco Tá na amônia do meu baseado A terra vai querer te ver cansado, exausto É o contemporâneo holocausto Mas todo avião passa por turbulência Artificial é sua inteligência Que não considera os altos e baixos Todo o real aprendizado Você julga porque sabe que é julgado Falta força pra inverter o fluxo Toda reação é um refluxo A impulsividade é o crepúsculo Da calma que vem no alvorecer Deixa o universo acontecer Positividade pra florescer Pequeno demais pra te elucidar Eu sou luz quando brilho com você Digo coisas que eu não sei dizer Mas deve ser dito, é o compromisso Pra te livrar do negativismo Pois no final de tudo isso, evoluir já é um ativismo Todo extremismo é o precipício, inclusive o pseudomoralismo Mas tudo bem, faz parte Me perdoe, como se você não errasse Eu te espero não trocar de fase Sentiremos sua falta na espaçonave (Don don don don) (Hey) Eu não tenho flow, eu tenho tentáculos Mas cada um com seu receptáculo Inimigos no estômago do oráculo Lugar de burro é no estábulo Entre eu e a verdade tem obstáculos Entre você e a mentira tem vocábulos Pouquíssimas palavras (Hey! Hey! Hey! Hey!) Avenida derrapou em mim, tava alcoolizado Agora no efeito do beat eu sinto tudo amenizando Eu tô gastando esse dinheiro porque ele foi bem suado Quando eles tão por perto eu me sinto tão enjoado Eles tem me procurado, horrorizados, intrigados Com os beats que eu tenho machucado Eu tenho sido, investigado Infame tem um valor in-estimado Libertário não maleável Maquiavel não tava errado O mundo é um computador que precisa ser reiniciado!