Num bar de Ribeirão Preto eu vi com meus olhos essa passagem Quando o Champenhe corria a rodo Foi pra calar a boca desse povo Que achava muito em não ter quase nada E ainda apostava por farra E foi pras bandas de Ribeirão Preto Que o meu pai me ensinou mostrando um sujeito Que se dizia ser rei do café Mas não era rei nem da própria mulher Se o rei do gado amansou o rei do café Nóis tem café, tem boi, nóis tem a soja e as muiê Aô, aqui nóis é bruto de berço Viola e cachaça no peito Respeita o agro companheiro Aô, aqui nóis é bruto de berço Viola e cachaça no peito Respeita o agro companheiro