Tom: G [Intro] G C9 G C9 G C9 G C9 G Bb C G Trago a chave do silêncio C G Para abrir a cantoria Bb C G Trago a viola que tece C Em Meu canto que se despia Am G Dê licença minha gente Bb C G Pra abrir o meu repente C G C G Sobre as janelas do dia G Bb C G Sou assim desde menino C G Conheço suor e pranto Bb C G Conheço dentro da pedra C Em Eu lavo, preparo "e o fulano" Am G O lar pra dona que espera Bb C G Vai chegando a primavera C G C G Nas entocas do seu canto G D/F# Em O sertão é pedra, é seixo Am Em É sol é verão é guerra Am Em É o lavrador que cavando Am Em Na própria cova se enterra Am Em É a luta na roça alheia Am Em É a força que vem e semeia Bb° Em D/F# G Seus sete palmos de terra G D/F# Em O sertão é planta, é bicho Am Em É o céu que nunca chora Am Em É o retirante que deixa Am Em Seu destino e vai embora Am Em São os breves intervalos Am G Nos desafios dos galos D7 C G/B Am G Cantando o coro da aurora Bb C G Quem quiser cantar repente C G Traga sua violinha Bb C G Se tiver desafinada C Em Pode afinar pela minha Am G Mas traga a mão preparada Bb C G Porque viola afinada C G C G Não sabe tocar sozinha G D/F# Em Quem inventou a viola Am Em Foi carpina de primeira Am Em Mediu com a fina dos braços Am Em O corpo da companheira Am Em E talhou lavrando as rimas Am Em Suas formas femininas Bb° D/F# G No coração da madeira G D/F# Em Se a gente chora, mas canta Am Em A viola é como a gente Am Em Porém se a viola chora Am Em O seu canto é diferente Am Em Se essa chuva das violas Am G Como eu fecho as quase molas D7 C G/B Am G No guarda-sol do repente