Entre sedas e cortinas Entre perfumes e flores A rosa vermelha abria Para se tornar um dia, a senhora dos amores A rosa vermelha abria Para se tornar um dia, a senhora dos amores Ela mandava, a sombra de um rei Tal qual para o palácio Seu sussurro era a lei E quando, desta terra foi ceifada Iansã colheu a rosa e plantou, em sua morada E quando, desta terra foi ceifada Iansã colheu a rosa e plantou, em sua morada Mas é por isso, que ela mora na calunga Ela é a rainha da noite Até a Lua se deslumbra Por isso que eu digo, não mexa com a rainha Ela é padilha, é das sete catacumbas Por isso que eu digo, não mexa com a rainha Ela é padilha, é das sete catacumbas Linda e eterna rosa Rosa, linda mulher Maria padilha, mãe oyá lhe deu axé Linda e eterna rosa Rosa, linda mulher Maria padilha, mãe oyá lhe deu axé Entre sedas e cortinas Entre perfumes e flores A rosa vermelha abria Para se tornar um dia, a senhora dos amores A rosa vermelha abria Para se tornar um dia, a senhora dos amores Ela mandava, a sombra de um rei Tal qual para o palácio Seu sussurro era a lei E quando, desta terra foi ceifada Iansã colheu a rosa e plantou, em sua morada E quando, desta terra foi ceifada Iansã colheu a rosa e plantou, em sua morada Mas é por isso, que ela mora na calunga Ela é a rainha da noite Até a Lua se deslumbra Por isso que eu digo, não mexa com a rainha Ela é padilha, é das sete catacumbas Por isso que eu digo, não mexa com a rainha Ela é padilha, é das sete catacumbas Linda e eterna rosa Rosa, linda mulher Maria padilha, mãe oyá lhe deu axé Linda e eterna rosa Rosa, linda mulher Maria padilha, mãe oyá lhe deu axé