Sim eu vi Quando eles crucificaram o meu Mestre Eu estava ali Quando o sangue derramava do madeiro Eu pude sentir A agonia que passou o meu Senhor naquela cruz Sim eu vi Os soldados lhe tirando do madeiro ensangüentado Com o corpo perfurado altamente machucado Quando Ele foi colocado no sepulcro, eu também vi Eu também vi quando Ele ressuscitou E apareceu a mim e aos outros Quando bradou dentro da casa E disse paz seja convosco Eu vi quando ele subiu aos céus e numa nuvem desapareceu E assim depois de muito tempo numa ilha eu fui exilado Abandonado, desprezado, perseguido e machucado Achando que já era o fim, está tudo acabado Mas foi bem no dia do Senhor Que eu fui arrebatado e o céu se abriu Fui levado e contemplei coisas tão lindas Que olho humano nunca viu Eu ouvi uma grande voz que era como de trombeta Que disse: escreve o que vê João Quando eu virei para ver quem falava comigo Foi tão grande a emoção Ele tinha vestes brancas e os cabelos brancos como a neve E os seus pés como latão, que brilhavam como se fossem tirados da fornalha, reluzentes eu caí no chão Ele me disse: Não temas João, Eu sou o primeiro e o derradeiro Pra salvar a humanidade, perdoar os seus pecados Eu morri como um cordeiro Mas eu não vou como um cordeiro, pois a morte eu venci Hoje eu sou o Leão da Tribo de Judá Quem tem ouvidos ouça o Espírito Santo falando aqui neste lugar Se prepare oh! Igreja, em breve o Noivo vem pra te buscar Esta é a hora, Jesus vem aí! Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito Santo diz aqui, aqui