Paimon

Make up

Paimon


Aprendi que tudo se repete, porém  momentos nunca voltam.
E eu me vi preso a algo que ja não era mais meu.

Tanto tempo nesse hiato sem enxergar um fim.
É  tão  difícil entender que somos seres atemporais vivendo um estado sóbrio.
Acordaremos em outros corpos com outros nomes.

Seu exílio foi meu algoz, qual de nós  é  a vítima agora?
Depois se tudo!
Eu errei e tenho que conviver com tudo que o erro tráz.
Talve o futuro  explique,  só  não  se faça  de vitima agora.

E quando eu te vi tentei ver como  quem vê  de fora.
Então entendi que não  há  como eu ir embora.
Sou parte de mim como quem não  quer nada.
Erraram  comigo e eu me tornei errado.
Errei com pessoas que nunca erraram.
Me tornei o que me feriu no passado.
Percebi que não aprendi nada com a dor.

Então  eu vou e me aceito  como um ser errante.
Já  não distingo quem sou nais.
Pois ando sempre com meu ser ausente.
Eu sou presente  onde eu vou.
Mas meu presente é  sempre incerto.

Ainda sinto sua falta  se maquiando ou não.

Nos tornamos dois estranhos.
E eu não  sei como  me apresentar de novo pra você.
O que me me resta é  esquecer e seguir fingindo que não dói.
Meu sorriso sempre foi minha melhor  máscara

1% ao dia é um processo lento, vivendo ao limbo das memórias, revivendo momentos.

Talvez sem sol suas noites fiquem longas e com dias mais calmos.
E me aceito como um ser errante.
Já  não  distingo quem sou mais

Pois ando sempre com meu ser ausente.
Eu sou presente onde eu vou.
Mas meu presente é  sempre incerto.
Ainda sinto sua falta se maquiando ou não.
(Nos tornamos dois estranhos.
E eu não  sei como  me apresentar de novo pra você.
O que me me resta é  esquecer e seguir fingindo que não dói.)

Erraram comigo  e eu me tornei errado.
Errei com pessoas que nunca erraram.
Me tornei o que me feriu no passado.
Percibi que não  aprendi nada com a dor.