Nada é impossível de mudar Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo E examinai, sobretudo, o que parece habitual Suplicamos expressamente: Não aceiteis o que é de hábito como coisa natural Pois em tempo de desordem sangrenta De confusão organizada De arbitrariedade consciente De humanidade desumanizada Nada deve parecer natural Nada deve parecer impossível mudar... Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo E examinai, sobretudo, o que parece habitual Nada deve parecer, parecer natural Nada deve parecer, impossível de mudar Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo Não aceiteis o que é de hábito como coisa natural Nada deve parecer, parecer natural Nada deve parecer, impossível de mudar Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo Não aceiteis o que é de hábito como coisa natural