No chapadão vivam os índios e pinheiros, apontam pro céu Natureza e homem um só mundo sem violência, risco ou tropel Os índios encontram defesa moradia, embarcações Vencem o frio, vento a chuvas alimentam-se de frutas e pinhões As serras chegam ao pinhal erguem-se casas nos campinas E nos campos de cima do serra matos virgens viram ruínas Um coral de gralhas protesta despejado pra outros locais E bugios que antes roncavam agora não roncam mais (Vão e vem pelos caminhos Como as serras serram pinhos Vão e vem pelos caminhos Como as serras serram pinhos) A ganância rasga as estradas em potentes caminhões Lampejam os olhos do lucro estraçalhando rincões Bis A última viagem vem vindo e então o instituto vigia Mas é um reboque de homens em busca de serrarias