Quando chega a noite o escuro vem me acordar Então sigo os meus passos e rumo pra algum bar A primeira dose sorvo em um gole só E me sinto em casa ressurjo do meu pó Eu gosto é de boteco, não falho um dia por mês Cachaça a um real, um rollmops pro freguês A sinuca com caída, poetas filhos da embriaguez Então não me encare com essa pena no olhar Talvez você não saiba, mas também tens o teu bar Bem de perto somos uvas da mesma vinha Então puxe a cadeira essa rodada é minha Eu gosto é de boteco, não falho um dia por mês Cachaça a um real, um rollmops pro freguês A sinuca com caída, poetas filhos da embriaguez