Aqui nesta terra, senhores do pago, se juntam retalhos da hist? do pago. O ch?ainda guarda as marcas de cascos, nas trilhas abertas por homens e gado. No ar ainda ecoam vozes dos birivas, lembran? t?vivas na recorda? umbus r figueiras abrigam nas sombras, sinais evidentes do fogo de ch? Tropas que ocuparam o Curral da Contagem, seguiram viagem, com o tempo que foi. Ficou ecoando no campo do sonho, dolente e tristonho, o berro do boi. Aqui nesta terra, viveu uma mulata, nascida de escrava com o seu senhor, que fez uma capela pro seu Santo Ant?, em troca do sonho de ter seu amor. E dessas ra?s do tranco vi?o, um galho frondoso, mais outro, outro mais... S?filhos, que seguem seus pr?os destinos, mas sempre maninos, no encontro dos pais. S?homens e mulheres, s?velhos crian?, com suas esperan?, seus sonhos felizes, que v?da plan?e, dos campos, dos montes, pra beber na fonte de suas ra?s. Aqui nesta terra, senhores do povo, hoje h?m tempo novo, progresso, cidade, mas ainda se escuta no engenho do tempo, a velha moenda rangendo saudade. Se foram as tropas, tropeiros e mulas, ficou a patrulha no nome somente. Ficou Santo Ant? guardando esta terra, e a f?ue se encerra na alma da gente.