Pai nosso que já morreu Em que céu, em que sombra Seu nome se escondeu? Venha a sós o seu governo Sobre a Terra, nosso inferno seu O feijão de cada dia nos dê hoje À noite, os sonhos E anote, pendure aí a conta Na cruz Mas perdoe nossas dívidas Internas, externas Nossas dúvidas eternas Já de tão modernas Ou pós que são, que somos nós Não nos deixe cair do lotação E nos inclua fora dessa Amém