Fala, boy! Puxa a cadeira, senta aí, rapidão Bem quando o balão voa Ou quando o sorvete cai no chão Ou quando a noite chega E com ela vem a escuridão Se ao terceiro dia Nem me lembrava da decepção Sol quente de deserto só haver reclamação Nesse momento eu percebo que eu recebi Sabedoria a qual eu antes nunca vi De conhecer quem é que disse por onde eu vou Por onde eu vou A mão outrora ocupada Achou do lado um pote de açaí Segura forte a mão de alguém Com quem caminha e lhe faz sorrir O Sol aquece a minha alma Aqui na terra fria E tá aí pra mim, tá aí pra mim Sigo cantando e lá na frente vai quem diz Por onde eu vou Por onde eu vou Por onde eu vou, por onde eu vou Por onde eu vou, por onde eu vou Eu vou Já fui pra tanto canto em vão Eu já caí, me levantei e agora sigo