Megalia das mãos que não se emparelham À cegueira e a surdez Mudos a esperar com que amputem vossos braços Olhos baixos não conseguem ver o céu Doutrinados a cumprir o seu papel É circular correr para o mesmo lugar Estacionar, morrer por não querer pensar Mas vá me faça acreditar Que no futuro tudo irá mudar Essa ausência de ter pelo que lutar Só trabalhar e trabalhar! É circular correr para o mesmo lugar Estacionar, morrer por não querer pensar