Em cada canto escuro Procuro uma luz Pra me levar, viajar Saber mais, como seguir Seguir em paz Viver tudo aquilo que um dia eu não enxerguei lá atrás E Eu nem queria chegar a dizer Mas já pensei em desistir por me sentir um pouco incapaz Destino incerto essa vida, labirinto sem saída Que cada vez que eu procuro eu só me perco mais E toda dia ela me mata escuridão que me cerca Hoje ninguém quer me entender Sendo só com um vazio no coração Tentando não se render Minha alma pede perdão Tentando se desprender Minha calma pede que não Tenho que me entender O porque que hoje não Sou o que quero ser Assim como os outros são Tentando me defender Com vaziu no coração Tentando não se render Minha alma pede perdão Tentando se desprender Minha alma pede perdão Minha alma pede perdão Minha calma me pede que não Me acalma com esse refrão Mas são só palavras em vão Quantos de mim são depressão? Cada dia uma nova versão Quantos de mim são, quantos não? Quantos de mim não, todos são (Leticia Carlquist) Preciso me lembrar Eu não posso deixar Em me contradizer Queria me entender Eu já me despedi Mas sempre volto atrás Minha alma pede calma Tu merece muito mais Preciso me lembrar Eu não posso deixar Em me contradizer Queria me entender Eu já me despedi Mas sempre volto atrás Minha alma pede calma Tu merece muito mais Quero o mundo na minha mão Minha mente sempre diz que não Eu preciso me manter Senão vou me perder Dentro da minha escuridão Quero o mundo na minha que mão Minha mente sempre diz que não Estendo a mão pro céu Me julguem como réu No jure da minha solidão